Como aderir à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis?


Os requisitos de adesão à rede portuguesa de município saudáveis são:

Ofício de intenção de adesão, dirigido ao Presidente do Conselho de Administração (modelo de ofício);

Compromisso político explícito do/a Presidente de Câmara Municipal, para com a visão e missão da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis;

Assinatura de uma Declaração de Compromisso;

Desenvolver o Projeto Cidades Saudáveis da Organização Mundial da Saúde, no território do município;

Elaborar o Perfil de Saúde e o Plano de Desenvolvimento de Saúde / Estratégia Municipal de Saúde, nos cinco anos subsequentes à adesão a esta associação de municípios;

Investir no trabalho em rede e na cooperação, formal e informal;

Apoiar o Atlas dos Municípios Saudáveis, uma plataforma web de conhecimento com dados georreferenciados que tem como objetivo caracterizar o estado de saúde e dos seus determinantes nos municípios da Rede;

Pugnar pela divulgação da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, apoiando a adesão de novos membros.

1Como pode o meu município tornar-se parceiro da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis?

A adesão à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis constitui uma decisão política que deve consubstanciar-se nos seguintes requisitos:

  • Enviar uma carta de intenção;
  • Proceder à assinatura de uma declaração de compromisso;
  • Elaborar, a médio prazo, o Perfil de Saúde e o Plano de Desenvolvimento de Saúde do Município.
2Que ganhos advêm da adesão a esta Rede?

São muitos os benefícios resultantes de um trabalho em rede:

  • Troca de conhecimentos, fundamental para o planeamento estratégico de acções integradas;
  • Abordagem intersectorial dos problemas;
  • Desenvolvimento de capacidades e trabalho conjunto;
  • Programação e concretização de acções inovadoras que abordem todos os aspectos da saúde e da qualidade de vida;
  • Cooperação institucional;
  • Estimulo à criatividade;
  • Desenvolvimento de planos estratégicos de suporte e instrumentalização de políticas com vista à melhoria da qualidade de vida das comunidades;
  • Construção de uma visão partilhada para os municípios, com um Plano de Desenvolvimento de Saúde e trabalho em áreas especificas;
  • Definição e construção de ferramentas de suporte à avaliação e monitorização dos ganhos em saúde;
  • Parcerias institucionais, nas áreas dos condicionantes sociais da saúde, designadamente, com a Direcção-Geral da Saúde, com a Escola Nacional de Saúde Pública, entre outras;
  • Troca de experiências e de conhecimentos com as restantes cidades da Europa que Integram a REDE das Redes Nacionais de Cidades Saudáveis da OMS;
  • Parceria estabelecida com a OMS, potenciando a abordagem holística das cidades saudáveis e usufruindo, simultaneamente, do seu Know-how, em matéria de temas transversais aos problemas que as cidades da Europa enfrentam na generalidade: exclusão social, toxicodependências, pobreza, mutações sociais, desemprego, SIDA, degradação ambiental, entre outros.
3O que é um Município Saudável?

Um Município Saudável é:

  • Aquela que coloca a saúde e o bem-estar dos cidadãos no centro do processo de tomada de decisões;
  • Aquela que procura melhorar o bem-estar físico, mental, social e ambiental dos que nela vivem e trabalham;
  • Não é necessariamente aquela que atingiu um determinado estado de saúde, mas está consciente de que a promoção da saúde é um processo e como tal trabalha no sentido da sua melhoria.
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