Coordenação

JOAQUIM CARDADOR DOS SANTOS

Presidente do Conselho de Administração

 

MIRIEME FERREIRA

Coordenadora Técnica

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Organograma
Órgão deliberativo, constituído por todos os associados. Integram, atualmente, a mesa da assembleia os municípios de Viana do Castelo, Odivelas e Miranda do Corvo.
Composto por um técnico de cada município associado.
Órgão executivo composto por cinco municípios eleitos pela assembleia intermunicipal. Actualmente composto pelo Seixal, Lisboa, Montijo, Oeiras e Palmela.
Estatutos

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis rege-se pelos estatutos publicados no Diário da República – III Série (N.º 5/98 de 7 de janeiro de 1998). Estes estatutos sofreram alterações em escritura a dezembro de 2015, incluindo a alteração da designação da Associação.

DOWNLOAD DOS ESTATUTOS

Parcerias

Porque trabalhar em rede significa, entre outras coisas, potenciar as parcerias existentes, a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis consolida-se no alargado leque de parceiros locais e (...)
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Alguns membros RPCS


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"UMA CIDADE SAUDÁVEL É AQUELA QUE ESTÁ CONTINUAMENTE A CRIAR E A DESENVOLVER OS SEUS AMBIENTES FÍSICO E SOCIAL, E A EXPANDIR OS RECURSOS COMUNITÁRIOS QUE PERMITEM ÀS PESSOAS APOIAREM-SE MUTUAMENTE NAS VÁRIAS DIMENSÕES DA SUA VIDA E NO DESENVOLVIMENTO DO SEU POTENCIAL MÁXIMO."


GOLDSTEIN E KICKBUSCH (1996)

ÚLTIMOS PROJETOS

Valongo
Horta-à-porta – Hortas Biológicas da Região do Porto

O QUE É?

É um projeto que visa a articulação e disponibilidade de várias entidades, de modo a viabilizar uma estratégia comum para a promoção da Compostagem Caseira, da criação de Hortas e da promoção da Agricultura Biológica na Região do Porto.

 

O QUE FAZ?

Disponibiliza-se aos utilizadores um talhão de terreno cultivável, inserido num espaço vedado e com ponto de água de utilização comum disponível, acesso a local coletivo de armazenamento de pequenas alfaias agrícolas e ação de formação em agricultura biológica.

 

A QUEM SE DESTINA?

Munícipes que se escrevem na base de dados da LIPOR, residam nas imediações da Horta e tenham frequentado uma ação de formação obrigatória em Agricultura Biológica, de 12 horas e reciclagens anuais com um mínimo de 1,5 horas.

 

QUE RESULTADOS FORAM ATINGIDOS?

Ao longo de 4 anos de existência do projeto cerca de 97 utilizadores obtiveram formação em agricultura biológica, tendo os 49 talhões afetos ao projeto mantido uma taxa de ocupação superior a 96%, permitindo o cultivo de hortícolas e plantas aromáticas e medicinais, através de práticas de agricultura biológica, compostagem caseira e do consumo sustentável.
Com a implantação deste projeto foram ainda criadas condições para aumentar o convívio e ajuda entre os/as utilizadores/as, enquanto usufruem do contacto com a natureza e praticam exercício físico com todas as vantagens que dai advém.

 

QUAIS AS PARCERIAS?

Câmara Municipal de Valongo, LIPOR – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto.

 

QUAIS OS CONTACTOS DE REFERÊNCIA?

Câmara Municipal de Valongo
Divisão de Ambiente
Av. 5 de Outubro, 160
4440-503 Valongo
T: 224 227 900 / 911 101 630
E: ambiente@cm-valongo.pt
S: www.cm-valongo.pt
F: facebook.com/municipio.valongo

Valongo
Regime da Fruta Escolar

O QUE É?

O Regime de Fruta Escolar resulta duma iniciativa da UE para promover hábitos saudáveis e uma dieta equilibrada entre as crianças, tendo em vista a redução da obesidade infantil na Europa (cerca de 22 milhões de crianças têm excesso de peso na UE e, destas, 5 milhões são obesas).
Este regime consiste na distribuição gratuita de frutas e produtos hortícolas às crianças nos estabelecimentos de ensino considerando que a inclusão de frutas e legumes na dieta alimentar pode desempenhar um papel importante no combate à obesidade.
Programa em curso no Município desde novembro de 2016.

 

O QUE FAZ?

Os objetivos gerais desta ação são as seguintes:
- Promover hábitos de consumo de alimentos benéficos para a saúde das populações mais jovens e para a redução dos custos sociais e económicos associados a regimes alimentares menos saudáveis;
- Incentivar o consumo de frutas e legumes nas crianças;
- Reduzir a obesidade infantil.

 

A QUEM SE DESTINA?

Alunos/as que frequentam a educação pré-escolar e o 1.º ciclo dos agrupamentos de escolas da rede pública.

 

QUE RESULTADOS FORAM ATINGIDOS?

Em cada ano letivo, são envolvidos os 6 agrupamentos escolares concelhios, envolvendo-se desta forma cerca de 3000 crianças no regime de fruta escolar. Com o alargamento ao ensino pré-escolar, este número aumentou para aproximadamente 4300 crianças.

 

QUAIS AS PARCERIAS?

Câmara Municipal de Valongo, Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP), Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), Agrupamento de Escolas concelhias

 

QUAIS OS CONTACTOS DE REFERÊNCIA?

Câmara Municipal de Valongo
Divisão de Educação, Saúde e Ação Social – Intervenção Educativa
Av. 5 de Outubro, 160
4440-503 Valongo
T: 224 227 900 / 911 021 575
E: iniciativas.educacao@cm-valongo.pt
S: www.cm-valongo.pt
F: facebook.com/municipio.valongo

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MUNICÍPIOS
SAUDÁVEIS
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Alfândega da Fé
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Almada
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Lagoa (Algarve)
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Lisboa
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Loures
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Lourinhã
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Lousã
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Monção
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Montijo
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Odemira
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Odivelas
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Oeiras
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Palmela
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Porto
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Porto Santo
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Póvoa de Lanhoso
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Ribeira Grande
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Santo Tirso
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Seixal
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Serpa
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Sesimbra
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Setúbal
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Soure
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Tábua
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Torres Vedras
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Valongo
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Viana do Alentejo
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Viana do Castelo
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Vidigueira
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Vila Franca de Xira
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Vila Real
 Um município saudável é 
 inclusivo, sensível e para 
 todos os cidadãos 
A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis é uma associação que tem como missão apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto Cidades Saudáveis nos municípios que pretendam assumir a promoção da saúde como uma prioridade da agenda dos decisores políticos.

Ser Saudável

Principais causas de morte em Portugal

 

DOENÇAS CARDIOVASCULARES

 

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em Portugal e, também, uma das mais importantes causas de internamento hospitalar, incapacidade e invalidez e de anos potenciais de vida precocemente perdidos.

 

Entende-se por doenças cardiovasculares todas as doenças do coração e sistema circulatório (artérias, veias e vasos capilares). Estas doenças são provocadas pela acumulação, durante anos, de gordura na parede dos vasos sanguíneos.

 

As doenças cardiovasculares mais frequentes são o enfarte do miocárdio, angina de peito, acidente vascular cerebral, hipertensão arterial e aterosclerose.

 

Existem alguns factores de riso, como a idade, antecedentes familiares, vida sedentária, ingestão de alimentos ricos em gordura e sal, tabaco e excesso de bebidas alcoólicas, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, stresse.

 

Tal como acontece com todas as doenças, a prevenção é sempre o melhor tratamento. Para prevenir este tipo de doenças procure:

 

- Adotar uma alimentação equilibrada com abuso de legumes, vegetais, fruta e cereais;

- Praticar exercício físico moderado e com regularidade;

- Não fumar;

- Medir e controlar a tensão arterial, açúcar e gordura no sangue;

- A partir dos 40 anos, deve realizar exames periódicos de saúde; as pessoas com antecedentes familiares devem começar mais cedo.

 

 

DOENÇAS ONCOLÓGICAS

 

A segunda principal causa de morte em Portugal são as doenças oncológicas. O reconhecimento do impacto na vida dos doentes e dos seus familiares e na sociedade em geral levou a estabelecer o combate contra o cancro como uma das prioridades do Plano Nacional de Saúde 2004-2010.

 

Mais de metade dos óbitos por cancro são atribuíveis a opções comportamentais, como o consumo de tabaco, fatores relacionados com a alimentação, sedentarismo e obesidade, exposição à luz solar, exposição profissional a produtos cancerígenos e agentes infecciosos. Os cancros mais mortais em Portugal são os do pulmão, do cólon e reto e do estômago, em ambos os sexos. O cancro da mama é o que mata mais mulheres.

 

A promoção da saúde e a prevenção primária afiguram-se como áreas de intervenção fundamental para o controlo das doenças oncológicas. O rastreio do cancro é basilar no combate a esta patologia e permite o diagnóstico precoce da doença ainda em fase subclínica, tendo como objetivo reduzir a mortalidade, sendo que nalguns casos se pode esperar também a redução da incidência.

 

Esteja atento às alterações que o seu organismo apresenta e não dispense a opinião do seu médico.

 

Prevenir é mesmo o melhor remédio.