Coordenação

 

JOAQUIM CARDADOR DOS SANTOS

Presidente do Conselho de Administração

 

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MIRIEME FERREIRA

Coordenadora Técnica

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Organograma
Órgão deliberativo, constituído por todos os associados. Integram, atualmente, a mesa da assembleia os municípios de Viana do Castelo, Odivelas e Miranda do Corvo.
Composto por um técnico de cada município associado.
Órgão executivo composto por cinco municípios eleitos pela assembleia intermunicipal. Actualmente composto pelo Seixal, Lisboa, Montijo, Oeiras e Palmela.
Estatutos

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis rege-se pelos estatutos publicados no Diário da República – III Série (N.º 5/98 de 7 de janeiro de 1998). Estes estatutos sofreram uma modificação no artigo 3 e no n.º1 do artigo 19, aprovados em Assembleia Intermunicipal, a 9 de maio de 2011.

DOWNLOAD DOS ESTATUTOS

Parcerias

Porque trabalhar em rede significa, entre outras coisas, potenciar as parcerias existentes, a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis consolida-se no alargado leque de parceiros locais e (...)
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Alguns membros RPCS


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"UMA CIDADE SAUDÁVEL É AQUELA QUE ESTÁ CONTINUAMENTE A CRIAR E A DESENVOLVER OS SEUS AMBIENTES FÍSICO E SOCIAL, E A EXPANDIR OS RECURSOS COMUNITÁRIOS QUE PERMITEM ÀS PESSOAS APOIAREM-SE MUTUAMENTE NAS VÁRIAS DIMENSÕES DA SUA VIDA E NO DESENVOLVIMENTO DO SEU POTENCIAL MÁXIMO."


GOLDSTEIN E KICKBUSCH (1996)

ÚLTIMOS PROJETOS

Guarda
Intervenção em Meio prisional

O QUE É?

Ações de Formação sobre:
a) Estilos de vida saudável
b) Saúde oral
c) Acidentes e Prevenção
d) Condução sob efeito de medicamentos/álcool e outras substâncias
e) Saúde ambiental
f) Doenças crónicas infecciosas e não infecciosas
g) Redução de Riscos e Minimização de Danos
h) Atuação em emergência

 

O QUE FAZ?

Trata-se de uma intervenção integrada, com diferentes intervenientes, desde a Escola que, para além dos conteúdos programáticos e formação tecnológica, trabalha o Tema de Vida, que aborda vários temas do interesse dos alunos, (e.g. no ano letivo de 2016/17 foi trabalhado o tema “Emoções e Afetos” e no atual ano letivo “A Reinserção social”), o Hospital Sousa Martins, o Centro de Saúde da Guarda, a Escola Superior de Saúde, a APDES (Agência Piaget para o Desenvolvimento Social), e os Bombeiros Voluntários da Guarda, são intervenientes na área da saúde, complementando a formação escolar e profissional dos alunos, assim como a população reclusa não integrada no Ensino e Formação Profissional; de igual forma a Cáritas Diocesana da Guarda em colaboração com a Rede Europeia Anti-Pobreza (Núcleo da Guarda e o Projeto “Tu Decides +” do Núcleo Social da Guarda Gar (NDS) intervêm na área da Inclusão Social e na promoção da cidadania e igualdade de género.
As ações na área da saúde, são promovidas com o objetivo de capacitar as pessoas de conhecimentos, com vista a melhorarem e a aumentarem o seu controlo sobre a saúde, prevenirem a exposição aos factores de risco das doenças e a adotarem estilos de vida saudáveis.

 

A QUEM SE DESTINA? 

População Reclusa do Estabelecimento Prisional da Guarda.

 

QUE RESULTADOS FORAM ATINGIDOS?

Aquisição de competências e conhecimentos por parte do público-alvo.

 

QUAIS AS PARCERIAS?

Instituto Politécnico Guarda - Escola Superior de Saúde, Hospital Sousa Martins, Centro de Saúde da Guarda, Bombeiros Voluntários da Guarda, Cáritas Diocesana da Guarda, APDES (Agência Piaget para o Desenvolvimento Social).

 

QUAIS OS CONTACTOS DE REFERÊNCIA? 

Estabelecimento Prisional da Guarda
Estrada do Forte
6301-853 Guarda
T: 271212178
E: eprguarda@dgsp.mj.pt

Guarda
Academia da Memória

O QUE É?

A Fundação S. João de Deus, instituída pela Província Portuguesa da Ordem Hospitaleira de S. João de Deus, sediada em Lisboa, e com várias delegações no país, uma delas é na Guarda. É uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que apoia pessoas em situação de vulnerabilidade, de forma inovadora e sustentada, promovendo a saúde mental e o envelhecimento ativo, ao estilo de S. João de Deus.
O projecto Academia da Memória é uma iniciativa da Fundação S. João de Deus e tem por missão implementar a estimulação cognitiva como um hábito de vida saudável e desta forma promover a optimização do desempenho cognitivo e consequentemente prevenir situações de demência e potenciar um envelhecimento activo.
Na “Academia da Memória” ajudamos os participantes a manter o cérebro activo e exercitado e a estimular a memória. As sessões são desenvolvidas em Centros de Dia, no espaço da delegação da Guarda e Junta de Freguesia da Guarda.

 

O QUE FAZ?

São realizadas sessões de estimulação cognitiva em grupos alvo. Através desta intervenção pretende-se minimizar as perdas cognitivas e a sintomatologia depressiva dos idosos da cidade e das aldeias do Concelho da Guarda. Desta forma pretende-se também reduzir o grau de dependência do idoso, potenciar o envelhecimento ativo e saudável, efetuar avaliações multidimencionais, prevenir situações de demência e promover acesso às tecnologias de comunicação.

Atividades desenvolvidas:
- Rastreios de saúde Mental (Farmácias, Centro de Saúde, Paroquias).
- Sessões de Estimulação Cognitiva em Grupo (comunidade no espaço da Fundação e na instalações da Junta de Freguesia)
- Sessões de Estimulação Cognitiva Individual
- Sessões de estimulação cognitiva nos centro de dia/convívio das aldeias do concelho da Guarda.
- Dinamização de ateliers inovadores adaptados aos gostos e as necessidades do público-alvo (atividade física, saúde, dança, karaté, terapia do riso)
- Formação a Cuidadores
- Criação da mala da memória (conjunto de materiais de estimulação cognitiva adaptados)

 

A QUEM SE DESTINA?

Os idosos com idade superior a 60 anos, autónomas, com alguma incapacidade (temporária ou mobilidade limitada) sem adequada rede familiar e fracos rendimentos, priorizando as situações de isolamento social.

 

QUE RESULTADOS FORAM ATINGIDOS?

Acompanhamos um total 170 idosos do concelho da Guarda;
Realizamos sessões de estimulação cognitiva em 8 freguesias do concelho da Guarda, nos centros de dia;
Semanalmente dinamizamos sessões de estimulação cognitiva em grupo a 20 idosos;
Semanalmente dinamizamos sessões de estimulação cognitiva individuais a 5 idosos;
Dinamizamos diversos workshops de dança de salão e de terapia do riso;

Ao longo das sessões já conseguimos verificar alguns progressos nos idosos ao nível mental, o raciocínio e a memória está mais desperto para os acontecimentos.

 

QUAIS AS PARCERIAS?

Junta de Freguesia da Guarda; GNR; Camara Municipal da Guarda; Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço; Escola Superior de Saúde da Guarda; Centros de Dias; Instituto São João de Deus; Centro Cultural da Guarda; 5Sentidos- Espaço de Reabilitação e Intervenção Psicoeducacional, Lda.; Instituto Politécnico da Guarda; Centro Comercial La Vie.

 

QUAIS OS CONTACTOS DE REFERÊNCIA?

Fundação São João de Deus – Delegação Guarda
Rua Com. Salvador do Nascimento, n.º 1
6300-678 Guarda
T: 271 223 028 | 968 529 284
E: academiadamemoria@fsjd.pt | maria.coutinho@fsjd.pt
S: www.fsjd.pt 

Junta de Freguesia da Guarda
T: 271 213 150 | 967 460 904 | 271 239 563 | 969 511 862

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Viana do Alentejo
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Viana do Castelo
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Vidigueira
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Vila Franca de Xira
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Vila Real
 Um município saudável é 
 inclusivo, sensível e para 
 todos os cidadãos 
A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis é uma associação que tem como missão apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto Cidades Saudáveis nos municípios que pretendam assumir a promoção da saúde como uma prioridade da agenda dos decisores políticos.

Notícias

Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis marca presença no XXIII Congresso da ANMP

 

A Associação de Municípios Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis marcou presença no XXIII Congresso da ANMP dedicado ao tema “Descentralizar Portugal – Poder Local”, que se realizou em Portimão no passado dia 9 de dezembro. Com 20 anos de trabalho coletivo em prol da saúde das populações e com 47 municípios associados, esta Associação de Municípios afirmou-se, uma vez mais, como uma plataforma de promoção da saúde dando a conhecer a sua missão e os cerca de duas centenas de projetos desenvolvidos localmente patentes na publicação “Vinte Anos em Rede: Boas Práticas dos Municípios Saudáveis”. E porque promover a saúde é também afirmar a inclusão das pessoas portadoras de deficiência, a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis acolheu no seu espaço a APCAS – Associação de Paralisia Cerebral de Almada-Seixal, que ofertou aos participantes do congresso 21 manuais didático-pedagógicos do Projeto “Desporto com Sentido”. Um projeto que pretende promover a inclusão das crianças e jovens nas escolas e comunidade através da prática desportiva, com uma forte sensibilização dos domínios educativo e desportivo no sentido de incrementar os índices de participação das crianças e jovens com deficiência, bem como contribuir para a mudança de políticas educativas e desportivas.

 

Sempre na vanguarda do que à Saúde diz respeito e atenta ao tema do congresso, a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis apresentou o seu contributo para a ampla discussão da descentralização de competências na área da saúde para as autarquias locais, focada em 10 contributos que afirmam perentoriamente a importância que o investimento na promoção da saúde assume no quadro do reforço do Serviço Nacional de Saúde e saúde da comunidade.

 

Joaquim Santos, Presidente da Rede e da Câmara Municipal do Seixal afirmou no Congresso que “mais que gerir centros de saúde como meros gestores de condomínio como o projeto Decreto-Lei Sectorial da Saúde propõe, a obtenção de ganhos em saúde a médio e longo prazo requer uma estratégia concertada com as Autarquias, com medidas e políticas concretas através da nossa participação numa Estratégia Nacional de Promoção da Saúde, que promova a saúde e previna a doença”.

 

Neste quadro, a Rede portuguesa de Municípios Saudáveis apresentou as 10 medidas seguintes a integrar o referido Projeto-Lei Sectorial da área da Saúde da Lei-Quadro da Descentralização:

 

  1. Inscrever no Orçamento de Estado a dotação financeira adequada para o desenvolvimento de uma Estratégia Nacional de Promoção da Saúde, concertada com os municípios e seus parceiros locais, coletividades e instituições sociais;

  2. Legislar a aplicação do Projeto das Cidades Saudáveis, sob a coordenação dos municípios, a exemplo do processo constituído para a criação do Programa Nacional da Rede Social;

  3. Afirmar a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis como uma associação de referência no plano da promoção da saúde e prevenção da doença, incentivando os municípios a integrarem esta Associação de Municípios;

  4. Prosseguir o investimento público na capacitação dos territórios de modo a contribuir para o crescimento dos níveis de saúde de toda a população, dentro do quadro legal de competências do Poder Local, consertado com as políticas de saúde da Administração Central;

  5. Priorizar a intervenção junto das populações mais vulneráveis e com piores indicadores de saúde, criando uma via verde de acesso à prestação de cuidados de saúde, mitigando as desigualdades em saúde.

  6. Reforçar a prevenção de doenças crónicas, investindo também na prática de atividade física regular, na educação para uma alimentação saudável, em abordagens preventivas do consumo abusivo de álcool, de tabaco e de substâncias psicoativas, bem como na promoção da saúde mental e do bem-estar psicológico, apoiando os municípios no desenvolvimento dos programas nacionais já existentes sob a responsabilidade da Direção-Geral de Saúde;

  7. Promover mais e melhores respostas em saúde, com equipamentos qualificados que respondam à correção das assimetrias verificadas a nível local, regional e nacional, assegurando o acesso à saúde para todos;

  8. Estabelecer estratégias locais, em articulação com os Cuidados de Saúde Primários, para promover a participação e capacitação dos munícipes e dos agentes locais da Comunidade, desenvolvendo programas de promoção da literacia em saúde e da capacitação técnica dos agentes locais para os cuidados de saúde personalizados;

  9. Incentivar a elaboração e atualização dos instrumentos municipais de diagnóstico e de planeamento estratégico em saúde, designadamente, o Perfil de Saúde, o Plano de Desenvolvimento de Saúde e a Carta de Saúde em estreita articulação com os ACeS, no quadro dos Planos Locais de Saúde e dos Perfis de Saúde das Administrações Regionais de Saúde.

  10. Promover instrumentos e metodologia de Avaliação de Impacto em Saúde, de modo a medir e avaliar os resultados das políticas implementadas.

 

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis entende que devem ser assegurados um conjunto de princípios e condições subjacentes à transferência de competências na área da saúde, de modo a que:

 

  1. O exercício das novas competências corresponda a uma melhoria do serviço prestado às populações;

  2. Qualquer competência transferida deve ser sempre acompanhada dos meios financeiros, patrimoniais e humanos, entre outros, necessários ao seu adequado exercício;

  3. A nova realidade resultante das competências transferidas assegura o princípio de equidade no acesso aos cuidados de saúde no território nacional, garantindo os direitos e os serviços prestados aos cidadãos.


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