Coordenação

JOAQUIM CARDADOR DOS SANTOS

Presidente do Conselho de Administração

 

MIRIEME FERREIRA

Coordenadora Técnica

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Organograma
Órgão deliberativo, constituído por todos os associados. Integram, atualmente, a mesa da assembleia os municípios de Viana do Castelo, Odivelas e Miranda do Corvo.
Composto por um técnico de cada município associado.
Órgão executivo composto por cinco municípios eleitos pela assembleia intermunicipal. Actualmente composto pelo Seixal, Lisboa, Montijo, Oeiras e Palmela.
Estatutos

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis rege-se pelos estatutos publicados no Diário da República – III Série (N.º 5/98 de 7 de janeiro de 1998). Estes estatutos sofreram alterações em escritura a dezembro de 2015, incluindo a alteração da designação da Associação.

DOWNLOAD DOS ESTATUTOS

Parcerias

Porque trabalhar em rede significa, entre outras coisas, potenciar as parcerias existentes, a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis consolida-se no alargado leque de parceiros locais e (...)
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Alguns membros RPCS


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"UMA CIDADE SAUDÁVEL É AQUELA QUE ESTÁ CONTINUAMENTE A CRIAR E A DESENVOLVER OS SEUS AMBIENTES FÍSICO E SOCIAL, E A EXPANDIR OS RECURSOS COMUNITÁRIOS QUE PERMITEM ÀS PESSOAS APOIAREM-SE MUTUAMENTE NAS VÁRIAS DIMENSÕES DA SUA VIDA E NO DESENVOLVIMENTO DO SEU POTENCIAL MÁXIMO."


GOLDSTEIN E KICKBUSCH (1996)

ÚLTIMOS PROJETOS

Lisboa
Programa de Consumo Vigiado Móvel (PCVM)

O QUE É?

O Programa de Consumo Vigiado Móvel (PCVM) é um programa de redução de riscos e minimização de danos (RRMD), constituído por uma equipa multidisciplinar, onde as pessoas podem consumir substâncias psicoativas, trazidas pelas próprias, sob supervisão de profissionais treinados para educar para um consumo mais seguro e atuar em caso de sobredosagem ou outras situações de emergência.

 

O QUE FAZ?

O PCVM oferece um conjunto de serviços, nomeadamente, cuidados de saúde primários, atendimento psicossocial, suporte por pares, rastreio às infeções pelo VIH, Hepatites B e C, e Sífilis, encaminhamento e acompanhamento para outros serviços, e distribuição de material de prevenção, que vão para além da disponibilização de um espaço seguro para efetuar o consumo injetado
O PCVM tem quatro paragens fixas em três freguesias de Lisboa: Arroios, Beato e Areeiro.

 

A QUEM SE DESTINA?

Consumidores de drogas que estão em maior risco, tanto pelas práticas de consumo, como pela sua situação social e de saúde.

 

QUE RESULTADOS FORAM ATINGIDOS?

O PCVM tem 210 utentes registados e em 2020 realizou um total de 2658 atendimentos, incluindo 1146 episódios de consumo vigiado 541 episódios de saúde, 490 episódios psicossociais, 220 sessões de rastreio, 163 encaminhamentos e 103 acompanhamentos a outros serviços. 2020 foi também o ano em que o PCVM alargou o horário e área geográfica de intervenção, passando a funcionar 7 dias por semana em três freguesias de Lisboa: Arroios, Beato e Areeiro. Foi também possível aumentar a intervenção em outreach, abrangendo outras freguesias além das já mencionadas, como Santa Maria Maior e Marvila, com o objetivo de divulgar o programa, identificar locais de consumo a céu aberto, sinalizar situações, fazer mediação comunitária, e levar a cabo iniciativas de limpeza do território. Foi também implementado um programa específico de formação e acompanhamento de pares, em parceria com a Associação CASO Portugal, que é dirigido aos pares que trabalham na unidade móvel e aos utentes do Programa que preencham os requisitos em termos de perfil e tenham interesse em integrar uma bolsa de formação/emprego de baixo limiar. No âmbito da bolsa de pares foram dinamizadas diversas atividades: 50 saídas de outreach, participação em duas campanhas de ativismo, realização de um documentário, 8 reuniões entre pares, 5 das quais do grupo que foi criado e que é dirigido especificamente a mulheres. O PCVM produziu ainda diversos materiais de divulgação e informação, que estão disponíveis online.

 

QUAIS AS PARCERIAS?

É uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa (CML), implementado em parceria pela Associação Médicos do Mundo (MdM) e Grupo de Ativistas em Tratamentos (GAT), que conta com apoio técnico e institucional do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD) e da Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (DICAD) da ARSLVT.

 

QUAIS OS CONTACTOS DE REFERÊNCIA?

CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

Departamento para os Direitos Sociais
Divisão para a Intervenção Social
T: 218 173 666 | 218 173 665 | 218 173 662
E: vulnerabilidades@cm-lisboa.pt

Lisboa
Vamos Todos ao Mercado

O QUE É?

É um programa de sensibilização para uma alimentação saudável e de promoção dos mercados municipais de Lisboa desenvolvido pela Câmara Municipal de Lisboa.

 

O QUE FAZ?

Sensibiliza para o impacto da alimentação na saúde e para o papel dos mercados no abastecimento de produtos alimentares, transmitindo um conjunto de conceitos numa visita de estudo ao Mercado de Alvalade Norte.
São eles:
• Conhecer os principais nutrientes presentes nos alimentos
• Relacionar nutrição com saúde
• Conhecer as doses diárias recomendadas
• Reconhecer a composição de uma refeição equilibrada
• Identificar os alimentos e as suas características organoléticas
• Reconhecer as formas de exposição e conservação dos alimentos no mercado
• Capacitar para a compra de alimentos
• Aplicar conhecimentos através de uma atividade lúdica

 

A QUEM SE DESTINA?

Alunos do jardim-de-infância e alunos de 3.º e 4.º ano do 1.º ciclo das escolas públicas e privadas de Lisboa, família e professores.

 

QUE RESULTADOS FORAM ATINGIDOS?

O programa abrangeu 32 mil alunos divididos por 1.542 turmas.

 

QUAIS AS PARCERIAS?

• Direção-Geral da Saúde – Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável
• Programa Passaporte Escolar | Câmara Municipal de Lisboa

 

QUAIS OS CONTACTOS DE REFERÊNCIA?

CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

Direção Municipal De Economia e Inovação
Departamento de Estruturas de Proximidade e Espaço Público
Divisão de Promoção e Dinamização Local
T: 218 170 126/7 | 914 039 082
E: vamostodosaomercado@cm-lisboa.pt
F: www.facebook.com/vamostodosaomercado

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MUNICÍPIOS
SAUDÁVEIS
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Alfândega da Fé
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Almada
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Almodôvar
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Alvito
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Amadora
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Amares
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Avis
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Azambuja
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Barrancos
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Barreiro
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Beja
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Braga
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Bragança
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Castro Marim
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Chamusca
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Coimbra
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Cuba
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Figueira da Foz
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Golegã
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Gondomar
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Grândola
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Guarda
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Lagoa (Açores)
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Lagoa (Algarve)
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Lisboa
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Loulé
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Loures
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Lourinhã
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Lousã
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Maia
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Matosinhos
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Miranda do Corvo
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Monchique
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Monção
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Montijo
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Odemira
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Odivelas
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Oeiras
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Palmela
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Pombal
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Ponta Delgada
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Portimão
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Porto
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Porto Santo
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Póvoa de Lanhoso
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Ribeira Grande
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Santo Tirso
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São Roque do Pico
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Seixal
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Serpa
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Sesimbra
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Setúbal
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Soure
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Tábua
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Torres Vedras
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Valongo
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Viana do Alentejo
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Viana do Castelo
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Vidigueira
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Vila Franca de Xira
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Vila Real
 Um município saudável é 
 inclusivo, sensível e para 
 todos os cidadãos 
A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis é uma associação que tem como missão apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto Cidades Saudáveis nos municípios que pretendam assumir a promoção da saúde como uma prioridade da agenda dos decisores políticos.

Iniciativas

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis promove anualmente um conjunto de iniciativas que dão a conhecer o trabalho que desenvolve, ao mesmo tempo que estreita a cooperação entre os municípios associados e parceiros, promovendo a troca de experiências e de boas práticas em matéria de promoção da saúde.



Atlas da Saúde da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis (RPMS) aliou-se à Equipa de Investigação em Geografia da Saúde da Universidade de Coimbra, coordenado pela Professora Doutora Paula Santana (GIGS/CEGOT-UC), para o desenvolvimento do projeto Atlas de Saúde, com o objetivo de caracterizar o estado de saúde e dos seus determinantes nos municípios da RPMS. Pretende-se com este a criação de uma plataforma de conhecimento, com dados georreferenciados e atualizáveis ao longo dos anos, que se constitua como ferramenta de suporte à elaboração do Perfil de Saúde Municipal e da Carta de Saúde Municipal e à definição de estratégias políticas municipais. A elaboração do Atlas de Saúde compreende uma fase de implementação e uma primeira fase de monitorização, no decorrer de um período de 42 meses no total. No mesmo período, irão realizar-se ações de disseminação dos resultados do projeto, nomeadamente a publicação do Atlas (formato digital e/ou em papel), bem como de outros conteúdos informativos relevantes (eg. fact sheets, policy briefs). A primeira fase do projeto irá englobar a Identificação, seleção, recolha de dados, análise e tratamento estatístico de indicadores. Irá ser feita a recolha de indicadores na literatura e em documentos chave para a definição e avaliação de Município Saudável, enquadrando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas e a visão para o futuro do Movimento Cidades Saudáveis da OMS assente nos pilares Pessoas, Lugar, Participação, Prosperidade, Paz e Planeta. Irá realizar-se também um processo participativo para selecionar as dimensões e os respetivos indicadores, de resultados em saúde e determinantes da saúde, que são relevantes para avaliar o desempenho dos municípios da RPMS e para monitorizar políticas públicas com impacto na saúde. Após a recolha de indicadores irá realizar-se uma análise e tratamento estatístico dos indicadores selecionados, sendo o levantamento dos dados estatísticos feito junto de fontes oficiais (eg. INE, APA, IPMA, DGAI, MTSS, ANSR, DGS, IP-ACSS, INSA) e das Câmaras Municipais dos municípios da RPMS. A segunda fase do projeto engloba a construção e aplicação de um índice multidimensional de saúde com capacidade para avaliar a saúde da população dos municípios da RPMS em múltiplas dimensões, tendo por base a agregação dos indicadores recolhidos. O objetivo final do projeto é a criação de uma plataforma tecnológica assente em sistemas de informação geográfica, de acesso público, para disponibilização online do Atlas de Saúde da RPMS, que será monitorizada e atualizada periodicamente.


LISTA DE INICIATIVAS